domingo, 26 de dezembro de 2010

Nem sempre posso obedecer o ide de Jesus, dou o dízimo para que os pastores e missionários, possam ir em meu lugar.

O DÍZIMO É ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LEI DE MOISÉS, E CONTINUOU NA GRAÇA!

O DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO
“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir”. Texto: Mateus 5:17

Há alguns crentes que não apreciam muito o fato dos pastores às vezes falarem em dinheiro. Esquecem-se eles de que este era um assunto freqüentemente mencionado por Jesus. A Bíblia refere-se mais vezes a dinheiro do que mesmo à oração ou a fé.
Jesus falou sobre o dinheiro 90 vezes. Dos 107 versículos do Sermão do Monte, 22 referem-se a dinheiro, e 24 das 49 parábolas de Jesus mencionam dinheiro.

O DÍZIMO É ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LEI DE MOISÉS, E CONTINUOU NA GRAÇA!

“E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo”. Gênesis 14:20

Em primeiro lugar é de curial importância sabermos que Abraão viveu antes da Lei em tempos completamente diferentes. Em segundo lugar, o dízimo não depende da Lei. Abraão foi o primeiro a dar dízimos para Deus, isso muitos anos antes de Moisés nascer, ou seja, bem antes da Lei existir. Veja isso em Hebreus 7:2-7. Ele foi um homem melhor por causa disso? Não. A Bíblia é clara em dizer que Abraão e todas as pessoas que viveram com Deus foram justificadas por sua fé nEle (Gálatas 3:6).
O dízimo tem tanta importância que foi ordenado muito antes dos Dez Mandamentos, e se era importante antes da Lei, e foi também durante a Lei, por que não seria também depois da Lei? Podemos ver o quanto ele é importante pelo fato de que o próprio Deus nos convida a fazermos prova com Ele exatamente na parte financeira.

A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.   A infidelidade a Deus nos Dízimos e nas Ofertas tem impedido muitos crentes de viverem a vida abundante que a Palavra de Deus promete. Concluímos essa parte sobre esse tema de suma importância que o dízimo  vendo que o mesmo foi  antes, durante e depois da Lei de Moisés, e continuou na graça.

O DÍZIMO EM VIGOR NO NOVO TESTAMENTO

Há os que afirmam que o dízimo pertence ao Velho Testamento, à lei, que não temos nenhuma obrigação de pagá-lo / devolvê-lo.
Já vimos que o dízimo é anterior à lei de Moisés, e que foi depois incorporado a ela. Veremos hoje que o dízimo permanece na dispensação da graça.

1. Jesus não veio ab-rogar o dízimo.

Jesus declarou, no Sermão do Monte, que não veio revogar a lei, mas cumpri-la.

Devemos fazer distinção entre lei cerimonial e lei moral. A lei cerimonial ficou circunscrita ao Velho Testamento. Refere-se a costumes próprios do povo de Israel, sobre alimentação, saúde, etc. Não temos nenhuma obrigação, hoje, para com essa lei.
Há, porém, a lei moral. Esta permanece.
Os dez mandamentos, por exemplo. Faziam parte da lei, mas permanecem até hoje, porque são princípios eternos, estabelecidos por Deus para as relações humanas.
Assim também acontece com o dízimo. Ele pertence a lei moral de propriedade. O princípio de que Deus é o dono de tudo permanece, e com ele o nosso reconhecimento dessa propriedade, expresso através do dízimo.

2. O dízimo era uma prática generalizada

Dirá alguém: não há nenhum mandamento de dar o dízimo no Novo Testamento.

De fato, há (Mateus 23:23), mas nem haveria necessidade disso. Tratava-se de uma prática generalizada. Um mandamento sobre o dízimo seria, no dizer do povo, "chover no molhado".
O mesmo acontece com os dez mandamentos: Não há uma repetição completa como está em êxodo 20, mas há textos suficientes no novo testamento que comprovam a observação de cada um dos dez mandamentos pelos cristãos.

3. Referências ao dízimo.

Há tres referências ao dízimo no Novo Testamento. Duas delas, paralelas, se referem ao mandamento de Jesus aos fariseus quanto ao dízimo. Mateus 23:23; Lucas 11:42.

A terceira é a de Hebreus 7:1-10, em que Melquisedeque aparece como figura de Cristo.
Na conversa com os fariseus, Jesus fala do escrúpulo deles em dizimar até as menores coisas, esquecendo-se do mais importante, que era a prática da misericórdia e da fé. Insiste com eles para que continuem a praticar o dízimo, mas dêem atenção devida as obrigações morais.

Cristo dá claramente seu apoio a doutrina do dízimo. Os que fazem objeção ao dízimo levantam-se, todavia, para dizer que o mandamento foi dado aos fariseus e não a nós. Respondo, primeiramente, que nesse caso teríamos de desprezar todos os outros ensinos de Jesus dirigidos aos faiseus. Entretanto, não deixamos de aplicá-los a nós, de modo geral. Se o fazemos em relação a outros aspectos da vida religiosa, por que também não em relação ao dízimo?

Mas ainda, convém lembrar que nosso Senhor declarou se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entraremos no reino dos céus, Mateus 5:20. Neste caso, Jesus está colocando para nós um padrão mais alto que o dos fariseus. Estaria ele omitindo a prática do dízimo, parte integrante da justiça do fariseu? De modo nenhum.

Se ficarmos aquém do fariseu na prática do dízimo, estaremos dando provas de que a nossa religião produz frutos inferiores aos do faraísmo.
A terceira referência ao dízimo, no Novo Testamento, é a de Hebreus 7:1-10. Pedimos ao leitor que examine cuidadosamente o trecho para melhor acompanhar nosso raciocínio. O autor está provando, nessa carta, a superioridade de Cristo sobre a velha dispensação, e aqui, de modo particular, sobre o sacerdócio judaico. Refere-se a Melquisedeque e ao dízimo que Abraão lhe pagou, acrescentando que esse Melquisedeque era figura de Cristo.

Sendo Melquisedeque figura de Cristo, quando Abraão lhe deu o dízimo, estava dando-o, em figura, ao próprio Cristo.
Se o crente Abraão deu o dízimo a Melquisedeque, tipo de Cristo, os crentes hoje devem dá-lo ainda àquele que é sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.

O pensamento do versículo 8 pode ser assim parafraseado: "Enquanto no sistema mosaico recebem dízimos homens que morrem, isto é, os sacerdotes, na dispensação da graça, tipificada por Melquisedeque e Abraão, recebe dízimos aquele de quem se testifica que vive para sempre, Jesus Cristo."
Jesus, pois, recebe dízimos até hoje dos crentes fiéis, através da igreja que ele instituiu e incumbiu da propagação do evangelho.
O último argumento a favor do dízimo, no Novo Testamento, que apresentaremos, é o do sustento do ministério sagrado.

Paulo, em I Coríntios 9 , declara que o princípio do sustento do ministério na dispensação da graça é o mesmo que o da dispensação da lei. Paulo está discutindo aqui o seu direito de sustento por parte das igrejas. Fala do dever das igrejas de sustentarem seus obreiros, usando várias figuras para ilustrá-lo, entre elas a do boi que debulha. Pergunto em seguinte: "Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais"? I Coríntios 9:11.
Em I Coríntios 9:13 o apóstolo usa a ilustração do templo e do serviço dos levitas no altar, dizendo que eles tiravam do altar o seu sustento.

Qual era esse sustento? O dízimo, não há dúvida nenhuma.
Vem agora a conclusão do apóstolo, em que estabelece o princípio paralelo nas duas dispensações: "Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho." I Coríntios 9:14.
Note a palavra "assim". Quer dizer que do mesmo modo como eram sustentados os sacerdotes, assim devem ser sustentados os ministros do evangelho, isto é, com os dízimos entregues pelo povo de Deus.

É importante também o verbo: "ordenou". Trata-se de uma ordem de Cristo, cuja autoridade merece ser respeitada. É um dever do crente, como era do judeu, entregar os dízimos para o sustento do ministério. O Dr. W. C. Taylor considerava esta passagem a mais forte, com referência ao dízimo, no Novo Testamento.

EXEMPLOS DE CONTRIBUIÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

Jesus veio dar ao Antigo Testamento uma significação mais ampla. Libertou a lei do jugo farisaico, e lhe deu novo vigor espiritual. No princípio do seu ministério deixou claro que não viera para revogar a lei, mas para cumpri-la. Mateus 5:17. Destarte, os preceitos da lei mosaica se revestiam de um significado novo e mais profundo nos ensinos de Jesus, como vemos no Sermão do Monte.

Como nas outras leis do Velho Testamento o dízimo recebe na nova dispensação maior amplitude, no princípio da mordomia da vida e da propriedade. Esse princípio não exclui o dízimo, porém vai além dele, assim como o NovoTestamento, sem excluir o Velho Testamento, o completa e amplia.

Por isso mesmo, o que encontramos no Novo Testamento são exemplos de contribuição que vão além do dízimo.
Tomemos o caso da viúva pobre. Ela não deu um dízimo, mas dez dízimos - deu tudo. Marcos 12:11-44 .

Zaqueu, depois de convertido se dispôs a dar metade dos seus bens aos pobres, portanto, cinco dízimos. Lucas 19:8 .
Os crentes da igreja em Jerusalém ofereceram tudo quanto tinham. Atos 2:44-45 ; 4:32-37.
Os crentes da Macedônia deram com sacrifício, muito acima das suas possibilidades, a ponto de surpreenderem o apóstolo por sua liberalidade. II Coríntios 8:1-5 .
Os coríntios foram convidados a contribuir "conforme a sua prosperidade", I Coríntios 16:2 . Isso não poderia significar, em hipótese alguma, menos do que o dízimo.
Quem se dispuser a praticar o ensino do Novo Testamento tomará o dízimo como simples ponto de partida, procurando crescer na graça da contribuição, ao ponto de dizer como R. G. Le Torneau, riquíssimo e liberalíssimo industrial crente: "A questão não é: quanto de meu dinheiro devo dar ao Senhor, mas: quanto do dinheiro do Senhor devo guardar para mim"?

FOI JESUS DIZIMISTA?

O Dr. Dillard, em seu precioso livro "Mordomia Bíblico", levanta esta interessante e importante pergunta.
O Dr. Dillard responde pela afirmativa, e alinha entre outras, as seguintes razões:
1.      Jesus foi educado num piedoso lar judeu, e os judeus piedosos eram dizimistas.
2.      Jesus declarou que não veio abrogar a lei e os profetas, mas cumpri-los. Mateus 5:17. O dízimo é ensinado tanto na lei como nos profetas.
3.      Jesus sempre elevou o nível moral. Leia-se, de novo, o que disse ele no Sermão do Monte sobre o assassínio, o adultério, o juramento, etc, e indague-se se ele ficaria satisfeito, em matéria de contribuição, com um padrão inferior ao dízimo.
4.      Os inimigos de Jesus tentaram convencê-lo de que estava violando a lei por exemplo, no caso da observância do sábado. Não será estranho que eles nunca o tivessem acusado de violar a lei do dízimo, se ele não o praticasse?
5.      O Talmude proibia que um fariseu zeloso se sentasse à mesa com Jesus.
Sem dúvida nenhuma, Jesus não só ensinou e praticou o dízimo, mas foi além dele.

 


Pastor Adão de Santana
AD BRASIL


Anexos

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

É preciso desprendimento e renúncia para abrir mão de uma vida confortável e carreira lucrativa, em troca de trabalhos, à primeira vista sem relevância, ou serviço missionário em lugarejos sem recursos. Na maioria dos casos essa declaração de entrega é feita após longa luta e, por vezes, com muitas lágrimas. É preciso dizer a Deus algo como Maria disse: “que aconteça comigo conforme a tua palavra”.


Mas Maria não deixou planos ou carreira para chegar àquela declaração. Ela era jovem demais para isso! Alguns estudiosos acreditam que ela poderia ter treze anos quando engravidou. E teria sido fácil, para ela, dizer aquelas palavras de entrega? Na verdade, naquele momento, ela abriu mão de sua respeitabilidade e com risco de vida, pois poderia ser acusada de adultério e apedrejada. Havia, pois, muito a perder.


A declaração de Maria demonstra grande maturidade. Sim, ela era provavelmente muito jovem, mas ao dizer “não seja feita a minha vontade, mas a tua” (como o Senhor Jesus falou ao Pai, segundo Lucas 22:42), ela revelou que Deus já a havia tocado e que ela havia ultrapassado o impulso de fazer as coisas à sua maneira.


Ore
Querido Deus, 
permite que ouçamos tua voz hoje. Ajuda-nos a responder com fé e obediência. Dá-nos força para servir-te no que nos chamares a fazer. Em nome de 
Jesus. 
Amém.


Texto extraído do site: http://www.cadadia.com.br/

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os Dias são Difíceis.

Os dias são difíceis, os dias são maus, os dias não são bons, os dias estão pesados e escuros; quem não tiver a luz de Deus brilhando em seu interior, se perderá. (Mateus 11: 27-30)
27   Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
28   Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.
29   Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.
30   Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.
Quem não estiver sob o jugo leve do Senhor Jesus, não encontrará descanso,se perderá, falo a nós, crentes, que freqüentamos nossas igrejas de segunda a segunda, falo a nós, líderes, que deveríamos ser servos, falo a Pastores e a todos nós, que estamos envolvidos “arduamente” em nossos ministérios, vos digo nessa hora; o fardo do Senhor Jesus é leve, e todos nós que estamos sentindo um fardo muito pesado em nossas Igrejas, em nossos ministérios, saibamos que esse não é o jugo do Senhor, não podemos confundir provações, tentações que nos são permitidas passar, com o jugo demasiadamente pesado que muitos de nós está carregando ao fazer a obra do Senhor.
Fazer a obra é gratificante, fazer a obra gera a cada dia, mais e mais amor em nossos corações, por ela “obra”, pelas vidas envolvidas no ministério, pelas vidas em geral, bem como pelas vidas mais próximas da nossa vida, como nossos pais, nossos filhos, cônjuges etc.
Fazer a obra incansavelmente é despir-se de todo velho homem que há em nós.
Somos cristãos fervorosos, falamos em línguas, líderes profetizando, cantando,ministrando,dançando, aconselhando,orando, porém alguns de nós, talvez nunca, nunca tenhamos passado pelo novo nascimento.(João 3:1-13)
1   Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.
2   Este, de noite, foi ter com Jesus e lhe disse: Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.
3   A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
4   Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?
5   Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus.
6   O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito.
7   Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo.
8   O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.
9   Então, lhe perguntou Nicodemos: Como pode suceder isto? Acudiu Jesus:
10   Tu és mestre em Israel e não compreendes estas coisas?
11   Em verdade, em verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testificamos o que temos visto; contudo, não aceitais o nosso testemunho.
12   Se, tratando de coisas terrenas, não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais?
13   Ora, ninguém subiu ao céu, senão aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do Homem [que está no céu].
O Senhor tem procurado a quem enviar, enviar para os seus trabalhos, cheios de amor, e através do seu Espírito Santo que opera em nós, transformar ambientes de trevas em luz.  (Isaías 6:1-10)
1   No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo.
2   Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava.
3   E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
4   As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.
5   Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!
6   Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;
7   com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado.
8   Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.
9   Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais.
10   Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos e fecha-lhe os olhos, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos e a entender com o coração, e se converta, e seja salvo

O Senhor procura os seus, para enviá-los as suas próprias famílias e serem o sal dessa terra. O Senhor procura os seus, para enviá-los as suas igrejas, e serem usados pelo Espírito Santo como instrumentos para transformação de vidas. O Senhor procura os verdadeiros adoradores que o adorem em Espírito e em verdade. (Mateus 5:13-16)
13   Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.
14   Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte;
15   nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.
16   Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

(J0ão 4:20-24)
20   Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.
21   Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22   Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.
23   Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.
24   Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

O Senhor tem encontrado em nós algo de valor? O Senhor tem encontrado em nós o fruto do Espírito Santo? (Gálatas 5:22-26)
22   Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,
23   mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.
24   E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.
25   Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.
26   Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.

Só teremos algo de valor quando verdadeiramente tivermos o Espírito Santo em nosso interior guiando nossas atitudes, porque se temos algo de valor esse valor vem de Deus,  pois; nós não passamos de trapos de imundícia. (Isaías 64:6)
6   Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como um vento, nos arrebatam.   Mas a misericórdia do Senhor nos alcança todas as manhãs.

E o amor de Deus se renova em nossos corações, e nos comprometemos em fazer a sua obra sem esperar nada em troca, somos renovados a cada dia, para que tenhamos forças para continuar até o dia do Senhor.

E a nossa força está Nele, no Senhor, ou na força do nosso braço?
Se tentarmos fazer a obra de Deus pela força do nosso braço, da vontade do nosso coração, do nosso querer, dos nossos caprichos, dos nossos desejos, Ele não está em nós, e nós não estamos Nele. Pois Jesus veio para fazer a vontade do Pai. (João 5:28-32)
28   Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão:
29   os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.
30   Eu nada posso fazer de mim mesmo; na forma por que ouço, julgo. O meu juízo é justo, porque não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou.
31   Se eu testifico a respeito de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro.
32   Outro é o que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele dá de mim.

E nós, viemos a este mundo para que? Para vivermos luxuosamente os prazeres desse mundo, ou para rasgar e destruir o nosso “eu”, o nosso querer, a nossa vontade, o nosso orgulho próprio, e fazer verdadeiramente a vontade do Pai?
Ainda que em alguns momentos tenhamos que pedir: - Senhor passa de mim esse cálice, lembre-se, quando pedir para Deus passar esse cálice, lembre-se, quando pedir isso, por pior que seja o nosso problema, a nossa luta, nossa prova, que o Senhor Jesus, o nosso Senhor, foi até o fim, e venceu, e disse: - Eu venci o mundo, e vou para o pai. (João 16:20-33)
20   Em verdade, em verdade eu vos digo que chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
21   A mulher, quando está para dar à luz, tem tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de nascido o menino, já não se lembra da aflição, pelo prazer que tem de ter nascido ao mundo um homem.
22   Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar.
23   Naquele dia, nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome.
24   Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.
25   Estas coisas vos tenho dito por meio de figuras; vem a hora em que não vos falarei por meio de comparações, mas vos falarei claramente a respeito do Pai.
26   Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós.
27   Porque o próprio Pai vos ama, visto que me tendes amado e tendes crido que eu vim da parte de Deus.
28   Vim do Pai e entrei no mundo; todavia, deixo o mundo e vou para o Pai.
29   Disseram os seus discípulos: Agora é que falas claramente e não empregas nenhuma figura.
30   Agora, vemos que sabes todas as coisas e não precisas de que alguém te pergunte; por isso, cremos que, de fato, vieste de Deus.
31   Respondeu-lhes Jesus: Credes agora?
32   Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo.
33   Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.
E nós, vamos até onde? Vamos parar nosso barco e ficar à deriva, vivendo os nossos sonhos, longe, distantes dos planos de Deus! Ou vamos prosseguir de glória em glória? Não desista, não pare de lutar, Deus é contigo hoje e sempre, Sua força está em nós!
Essas foram as palavras que o Senhor colocou em meu coração, ontem a noite, quando perdi o sono, e , levantei da cama, peguei minha bíblia que estava na cabeceira, e fui para a sala ter com o Senhor momentos incríveis de intimidade, de amor, de paz,e alegria, sua palavra é alento para o meu coração, é vida para a minha alma, é remédio para as minhas dores, é força para as minhas fraquezas, é discernimento para os meus pensamentos, é lâmpada para os meus pés é luz para os meus caminhos mais árduos, mais difíceis. Senhor tu és o meu viver, tu és a minha segurança, tu és o meu conforto,meu descanso, meu tudo. Te amo mais que tudo nesse mundo!    

                                                                                    Milena dos Santos


sábado, 18 de dezembro de 2010

Natal, Vidas, Oração e Temor.

Havia, naquela mesma região, pastores, que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite. (Lucas 2. 8).
Será que estamos guardando nossos rebanhos durante nossas vigílias da noite? Enquanto eu lia a palavra compreendia, que Deus de alguma maneira coloca vidas junto a nossa, para que possamos fazer um convite para ir a  igreja, ou falar do plano da salvação, e caminhar com essas vidas tão preciosas para Deus, por algum tempo, ou, estes talvez continuem conosco por muito e muito tempo, fazendo parte de nossas vidas. Mas será que estamos dispostos a guardar em orações e vigílias essas vidas pelo tempo que Deus nos pedir? Talvez nossa dificuldade não seja essa, de orar pelas vidas, talvez, nem ouvimos mais Deus pedir,  porque precisamos manter nossos ouvidos atentos as questões do dia a dia, do nosso trabalho, precisamos ouvir tudo e todos, e queremos ouvir; demonstramos interesse muitas vezes em dar ouvidos a “coisas” que não nos dizem respeito, porque não sabemos mais o que devemos ouvir e o que devemos filtrar, para que não nos cause mal, então o dia acaba, a semana termina e não conseguimos ouvir o que Deus tinha para nos dizer, para nos pedir,e assim passa mais um dia , mais uma semana, isso acontece comigo!
E um anjo do Senhor desceu onde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor. ( Lucas 2.9 ).
Perdemos o temor, pois não paramos para ouvir a direção do Senhor para as nossas vidas, perdemos o temor porque não encontramos mais tempo e disposição para dobrar o joelho ou o coração e render-se em oração, jenuína, sincera e pura ao Senhor, perdemos o temor, pois não atraímos mais os anjos do Senhor para descer onde estamos e para que a gloria do Senhor possa brilhar ao nosso redor fazendo com que fiquemos tomados de grande temor.
O anjo, porém lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa – nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. (Lucas 2.10-11). Perdemos as boas novas, perdemos a alegria e perdemos o verdadeiro sentido do Natal.
Cuidemos das vidas, em oração, não percamos o temor e celebremos o verdadeiro Natal.